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Plano 21|23 Escola+ – O papel das bibliotecas escolares

Com vista à recuperação das aprendizagens o Governo aprovou o Plano 21|23 Escola+, o qual apresenta um conjunto de medidas que se alicerçam nas políticas educativas dirigidas à promoção do sucesso escolar e, sobretudo, ao combate às desigualdades através da educação.

De entre as medidas aprovadas, algumas envolvem diretamente as bibliotecas escolares, nomeadamente no Eixo 1: ensinar e aprender, no domínio + Leitura e Escrita, onde se prevê:

  • Fomento da leitura orientada em sala de aula, com produção e disponibilização de materiais de apoio;
  • Acesso livre a ferramentas digitais para aferição da competência leitora e materiais didáticos;
  • Produção e disponibilização de recursos para a organização de oficinas de escrita;
  • Reforço do orçamento das bibliotecas escolares.

Para este domínio de Leitura e Escrita, estão previstas quatro ações específicas:

  • Escola a Ler (fomento da leitura orientada em sala de aula, com produção e disponibilização de materiais de apoio).
  • Ler – Conhecer, Aprender e Ensinar (disponibilização de acesso livre a materiais didáticos e meios de aprendizagem em ambientes digitais)
  • Diário de Escritas (promoção da dinamização de oficinas de desafios de escrita nas escolas)
  • Ler com mais Livros (fornecimento às bibliotecas escolares de um fundo documental adicional para apoio ao domínio 1.1. + Leitura e escrita)

Para apoiar o desenvolvimento destas ações, foram produzidos vários roteiros, com orientações úteis para as escolas e para os professores bibliotecários:

O PNL2027 disponibiliza um espaço digital específico, com orientações, sugestões de leitura, propostas de atividades para os 1.º e 2.º ciclos e um fórum de partilha e troca de ideias com os professores e outros intervenientes envolvidos nesta iniciativa.

O artigo sobre a Leitura Orientada em Sala de Aula pode ser consultado em: https://pnl2027.gov.pt/np4/losa.html

No domínio + Recursos Educativos, prevê-se a constituição de uma Biblioteca Digital de Recursos Educativos, e iniciativas no âmbito do Plano Nacional das Artes.

Também aqui se encontram disponíveis alguns roteiros:

No Eixo 2: Apoiar as Comunidades Educativas, no domínio + Digital, está prevista a criação de uma Biblioteca Digital, que permitirá o acesso generalizado a livros, complementando o acervo das bibliotecas escolares.

Para este domínio, estão previstas quatro ações que se enquadram no âmbito do trabalho das bibliotecas escolares:


Além destes três domínios, a contribuição das bibliotecas poderá acontecer em muitos outros, no âmbito do seu plano de atividades e em articulação com os restantes docentes.

Se já desenvolve atividades no âmbito deste plano, deixe a sua opinião nos comentários.

Escolas · Seminários/Conferências

Ciclo de webinares sobre Ensino Profissional em Cascais

A Câmara Municipal de Cascais organizou um conjunto de webinares , que vão decorrer de 11 a 15 maio de 2020, destinados a alunos do 9.º ano que pretendam enveredar pelo ensino profissional. Cada webinar, com a duração de 40 minutos e usando a plataforma Zoom, oferece informação sobre os cursos de ensino profissional disponíveis nas escolas do concelho de Cascais.

Mais informações e inscrições aqui.

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Webinar: Ensino a distância – Como comunicar e planificar?

A Leya Educação inicia amanhã os seus Encontros Digitais, nos quais diferentes formadores irão apoiar Professores, Alunos e Encarregados de Educação na nova realidade que é o ensino à distância.

O 1.º Encontro Digital terá como tema «Ensino à distância – Como comunicar e planificar?» e decorrerá amanhâ, 7 de abril às 15h00 (duração de 45 min), com o seguinte programa:

  • Modelos de e-learning e plataformas de aprendizagens disponíveis
  • Como selecionar e como começar a utilizar um sistema
  • Comunicação síncrona e assíncrona – contextos de utilização
  • Planificação no ensino à distância
  • Como conceber recursos
  • Gestão da comunicação e interações
  • Como avaliar e dar feedback

Inscrições

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Ensino online: dicas para escolas e professores

Sendo neste momento previsível que o encerramento das escolas se mantenha durante o 3.º período e que se torna necessário preparar uma estratégia de ensino a distância, usando preferencialmente tecnologias de informação e comunicação, aqui ficam algumas dicas para as direções das escolas e para os docentes, em cinco etapas.

Trata-se de uma versão simplificada, pois, em circunstâncias normais, cada uma das etapas contemplaria outras variáveis, que aqui foram deixadas de fora, tendo em conta que as escolas disporão apenas de duas semanas para pôr em prática a estratégia.

(Mais abaixo, a versão em PDF).


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2.ª Edição da NET Viva e Segura


A DECO, com o apoio do Google Portugal, promove a atividade NET Viva e Segura (2.ª Edição), uma iniciativa nacional que convida a comunidade educativa a produzir vídeos que demonstrem a importância de participar nas redes sociais em segurança e com respeito pela privacidade, em três categorias: partilha com cuidado, ligações seguras e a cortesia não é uma fantasia.

Vídeo de apresentação da iniciativa

Os vídeos produzidos pelos alunos devem sensibilizar para a utilização de uma internet segura de uma forma original e criativa com o objetivo de promover experiências online e, em especial nas redes sociais, mais conscientes, seguras e confiantes.

Podem participar jovens com idades compreendidas entre os 16 e 22 anos, a frequentar escolas do ensino regular, profissional, vocacional e ensino aprendizagem, de Portugal Continental e Regiões Autónomas da Madeira e dos Açores das escolas DECOJovem.

Mais informações sobre a iniciativa podem ser encontradas aqui.

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ETerna Biblioteca – 9.º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares

Vai realizar-se, nos dias 4 e 5 de Novembro, o 9.º ETerna Biblioteca, Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares, com o seguinte programa (ficha de inscrição mais abaixo):

Sexta – 4 de Novembro | Palácio Valenças

09h00 – Recepção e entrega de documentação
09h30 – Sessão de abertura

  • Fernando Roboredo Seara • Presidente da Câmara Municipal de Sintra
  • Marco Almeida • Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra
  • Paula Simões • Vereadora da Cultura
  • Manuela Silva • Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, Ministério da Educação

10h00 – Painel

  • Com um audiotexto, reduz-se a diferença!

João Carlos Simões • Director do Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro – Padre Alberto Neto

  • Parceiros de leitura: Bib@intercâmbio

Elisa Vann • PB do Agrupamento de Escolas Ferreira de Castro – Mem Martins
Luísa Cabrita • PB do Agrupamento de Escolas de Lapiás – Montelavar

  • Quando a biblioteca escolar se torna biblioteca pública

Maria de Lourdes Mendonça • Directora da Escola Secundária de Santa Maria – Sintra
Natália Carias • PB da Escola Secundária de Santa Maria – Sintra

  • Uma escola a Ler (cada vez)+: leitura a partir do currículo

Liliana Silva • PB da Escola Secundária Leal da Câmara – Rio de Mouro
João Manique • Presidente do CG da Escola Secundária Leal da Câmara – Rio de Mouro
Moderadora: Isabel Mendinhos • RBE – Coordenadora Interconcelhia das BE – Sintra

11h15 – Pausa
11h45 – Comunicações

  • Será preciso um canivete suíço para abrir o livro?

João Paulo Cotrim • Coordenador do site Cata Livros

  • Leitura Sensorial e Inteligência Criativa: proposta para o novo milénio

Paulo Condessa • Poeta performer

12h30 – Intervalo
14h00 – Ateliês | Duração: 03h00

  • A) Conta-me a tua história e dir-te-ei a minha… O livro como ferramenta artística de intervenção social

Margarida Botelho • Autora e arte–educadora
Sala da Nau do Palácio Valenças

  • B) Ilustrar sem medo dos medos

Pierre Pratt • Ilustrador
Sala do Conto da Biblioteca Municipal de Sintra

  • C) Preservar o livro na Biblioteca Escolar

Isabel Cadete Novais • PB da Escola Secundária Maria Amália Vaz de Carvalho – Lisboa
Sala de Chá da Biblioteca Municipal de Sintra

  • D) “Sentir? Sinta quem lê!” – Práticas de círculos de leitura

Lígia Freitas • PB do Agrupamento de Escolas D. Domingos Jardo – Mira Sintra
Luísa Dinis • PB do Agrupamento de Escolas de Lapiás
Rosa Maria Silva • PB do Agrupamento de Escolas D. Pedro IV
Sala Vergílio Ferreira da Biblioteca Municipal de Sintra

17h30 – Palácio Valenças

  • Lançamento do livro Frei Livrinho de Sousa (Colecção Clássicos a Brincar)

Sara Rodi • Texto
Cristiana Resina • Ilustrações
Vítor Silva Mota • Edições ASA
Francisco Nicholson • Apresentação
Grupo de Teatro Faunas • Leitura encenada
Manuel Guerra • Apontamento musical: Hino dos Clássicos
Presença dos alunos do Agrupamento de Escolas D. Carlos I

Sábado –  5 de Novembro

09h30 – Ateliês | Duração: 03h00

  • A) MOTIVAÇÃO para a leitura / MUDANÇA DE ATITUDE

José Cunha Rodrigues • Professor, formador, cronista
Sala da Nau do Palácio Valenças

  • B) Formas que ganham vida

Ana Sofia Gonçalves • Artista plástica
Sala de Chá da Biblioteca Municipal de Sintra

  • C) Leitura Sensorial e Inteligência Criativa

Paulo Condessa • Poeta performer
Sala do Conto da Biblioteca Municipal de Sintra

  • D) Catar no cata livros: como bem aproveitar um sítio com vista para o livro

Elsa Serra • Mediadora de leitura
Sala Vergílio Ferreira da Biblioteca Municipal de Sintra

12h30 – Intervalo
Palácio Valenças
14h30 – Mesa-redonda: Compreender o mundo através da linguagem

  • Afonso Cruz • O Pintor Debaixo do Lava-Loiças
  • João Diogo Zagalo • Histórias Amorais para crianças e animais
  • Jacinto Lucas Pires • O verdadeiro ator
  • Mito Elias • Private Z(oo)M – Tempo de Bichos (celebrando a poesia de Arménio Vieira)

Moderadora: Raquel Camacho • Divisão de Educação da Câmara Municipal de Sintra

16h00 – Apontamento musical
Duo de Piano e Flauta Transversal • Conservatório de Música de Sintra
Piano • Ana Monteiro
Flauta Transversal • Pedro Camacho

Sessão de encerramento
Com a presença do Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra e
Vereador da Educação, Marco Almeida

Ficha de Inscrição 9.º Encontro ETerna Biblioteca

Escolas · Eventos

Concurso “Somos Todos Autores”

Valorizar a autoria, a criatividade e a originalidade é objectivo principal do Concurso lançado pela Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC), no passado mês de Janeiro, sob o mote “Somos Todos Autores”, destinado a crianças dos 6 aos 12 anos.
Procurando contribuir para uma consciência crítica e mais esclarecida dos mais jovens em relação ao direito de autor e aos direitos conexos e, fundamentalmente, iniciar um processo de mudança dos comportamentos sociais, a IGAC lançou o
desafio a vários estabelecimentos de ensino, de modo a que as candidaturas sejam apresentadas por grupo de alunos ou por turma, sendo o concurso extensivo a todas as escolas do país.
Para o efeito está criado um site www.somostodosautores.igac.pt onde é possível obter toda a informação sobre o concurso, numa linguagem direccionada quer para os professores, quer para os alunos. Os Encarregados de Educação terão, igualmente,acesso aos conteúdos que servem de estímulo à participação.
Os conteúdos a desenvolver baseiam-se ou inspiram-se em três personagens: um músico, um escritor e uma realizadora, que são amigos e que estão na iminência de ver o seu direito de autor absorvido pelo “pirata” representado pela figura de um polvo. Assim, a proposta para o concurso consiste na criação de guião para a criação de um filme de animação de 3 a 4 minutos, a partir desta ideia.
Actualmente, a fruição dos conteúdos culturais digitais: filmes, musicas, jogos… é feita indiferenciadamente na Internet, não havendo a percepção de que tal prática constitui uma limitação à criação dos autores. É, precisamente, contribuir para essa interiorização que a IGAC pretende com este projecto de Responsabilidade Social.
Os trabalhos, a entregar até ao dia 31 de Maio, serão alvo de avaliação por parte de um júri composto por individualidades de reconhecido mérito no meio cultural e artístico português: André Sardet, Diogo Infante, José Jorge Letria e Leonor Silveira.
O 1º prémio consistirá na produção de um pequeno filme de animação, registado em nome dos seus autores e com divulgação nas salas de cinema do País.

Escolas · Literacia da informação · web

21 coisas que se tornarão obsoletas em 2020

Concordo com quase todas, e poderia acrescentar outras…

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21 Things That Will Be Obsolete by 2020

1. DESKS
The 21st century does not fit neatly into rows. Neither should your students. Allow the network-based concepts of flow, collaboration, and dynamism help you rearrange your room for authentic 21st century learning.

2. LANGUAGE LABS
Foreign language acquisition is only a smartphone away. Get rid of those clunky desktops and monitors and do something fun with that room.

3. COMPUTERS
Ok, so this is a trick answer. More precisely this one should read: ‘Our concept of what a computer is’. Because computing is going mobile and over the next decade we’re going to see the full fury of individualized computing via handhelds come to the fore. Can’t wait.

4. HOMEWORK
The 21st century is a 24/7 environment. And the next decade is going to see the traditional temporal boundaries between home and school disappear. And despite whatever Secretary Duncan might say, we don’t need kids to ‘go to school’ more; we need them to ‘learn’ more. And this will be done 24/7 and on the move (see #3).

5. THE ROLE OF STANDARDIZED TESTS IN COLLEGE ADMISSIONS
The AP Exam is on its last legs. The SAT isn’t far behind. Over the next ten years, we will see Digital Portfolios replace test scores as the #1 factor in college admissions.

6. DIFFERENTIATED INSTRUCTION AS A SIGN OF DISTINGUISHED TEACHER
The 21st century is customizable. In ten years, the teacher who hasn’t yet figured out how to use tech to personalize learning will be the teacher out of a job. Differentiation won’t make you ‘distinguished’; it’ll just be a natural part of your work.

7. FEAR OF WIKIPEDIA
Wikipedia is the greatest democratizing force in the world right now. If you are afraid of letting your students peruse it, it’s time you get over yourself.

8. PAPERBACKS
Books were nice. In ten years’ time, all reading will be via digital means. And yes, I know, you like the ‘feel’ of paper. Well, in ten years’ time you’ll hardly tell the difference as ‘paper’ itself becomes digitized.

9. ATTENDANCE OFFICES
Bio scans. ‘Nuff said.

10. LOCKERS
A coat-check, maybe.

11. I.T. DEPARTMENTS
Ok, so this is another trick answer. More subtly put: IT Departments as we currently know them. Cloud computing and a decade’s worth of increased wifi and satellite access will make some of the traditional roles of IT — software, security, and connectivity — a thing of the past. What will IT professionals do with all their free time? Innovate. Look to tech departments to instigate real change in the function of schools over the next twenty years.

12. CENTRALIZED INSTITUTIONS
School buildings are going to become ‘homebases’ of learning, not the institutions where all learning happens. Buildings will get smaller and greener, student and teacher schedules will change to allow less people on campus at any one time, and more teachers and students will be going out into their communities to engage in experiential learning.

13. ORGANIZATION OF EDUCATIONAL SERVICES BY GRADE
Education over the next ten years will become more individualized, leaving the bulk of grade-based learning in the past. Students will form peer groups by interest and these interest groups will petition for specialized learning. The structure of K-12 will be fundamentally altered.

14. EDUCATION SCHOOLS THAT FAIL TO INTEGRATE TECHNOLOGY
This is actually one that could occur over the next five years. Education Schools have to realize that if they are to remain relevant, they are going to have to demand that 21st century tech integration be modeled by the very professors who are supposed to be preparing our teachers.

15. PAID/OUTSOURCED PROFESSIONAL DEVELOPMENT
No one knows your school as well as you. With the power of a PLN (professional learing networks) in their back pockets, teachers will rise up to replace peripatetic professional development gurus as the source of schoolwide professional development programs. This is already happening.

16. CURRENT CURRICULAR NORMS
There is no reason why every student needs to take however many credits in the same course of study as every other student. The root of curricular change will be the shift in middle schools to a role as foundational content providers and high schools as places for specialized learning.

17. PARENT-TEACHER CONFERENCE NIGHT
Ongoing parent-teacher relations in virtual reality will make parent-teacher conference nights seem quaint. Over the next ten years, parents and teachers will become closer than ever as a result of virtual communication opportunities. And parents will drive schools to become ever more tech integrated.

18. TYPICAL CAFETERIA FOOD
Nutrition information + handhelds + cost comparison = the end of $3.00 bowls of microwaved mac and cheese. At least, I so hope so.

19. OUTSOURCED GRAPHIC DESIGN AND WEB DESIGN
You need a website/brochure/promo/etc.? Well, for goodness sake just let your kids do it. By the end of the decade — in the best of schools — they will be.

20. HIGH SCHOOL ALGEBRA 1
Within the decade, it will either become the norm to teach this course in middle school or we’ll have finally woken up to the fact that there’s no reason to give algebra weight over statistics and I.T. in high school for non-math majors (and they will have all taken it in middle school anyway).

21. PAPER
In ten years’ time, schools will decrease their paper consumption by no less than 90%. And the printing industry and the copier industry and the paper industry itself will either adjust or perish.

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