Bibliotecas · Seminários/Conferências · web 2.0

ETerna Biblioteca – 8.º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares – programa

ETerna Biblioteca – 8.º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre

Bibliotecas Escolares

Programa

Sexta – 5 de Novembro | Palácio Valenças

09h00 – Recepção e entrega de documentação (confirmação das inscrições nos ateliês)

09h30 – Sessão de abertura

Com a presença do Senhor Presidente da Câmara Municipal de Sintra, Fernando Roboredo Seara

Frederico Eça • Director do Departamento de Educação

Margarida Toscano • Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares, Ministério da Educação

10h00 – Painel

“Bibliotecas Escolares de Sintra: percursos e ambições”

Isabel Mendinhos • RBE – Coordenadora interconcelhia das Bibliotecas Escolares – Sintra

Histórias trampolim”

Cristina Calado • Professora bibliotecária do Agrupamento de Escolas D. Carlos I – Sintra

“Um Agrupamento em torno da(s) sua(s) Biblioteca(s)”

Graciete Monteiro • Professora bibliotecária do Agrupamento de Escolas António Sérgio – Cacém

“Biblioteca Escolar e currículo: uma ligação imprescindível”

Gina Rodrigues • Professora bibliotecária da Escola Secundária de Matias Aires – Cacém

Apresentação do vídeo: “Bibliotecas Escolares de Sintra: a construir o futuro”

11h15 – Pausa

“Griotizando”

Ângelo Torres • Contador de histórias

José Galissá • Músico

11h45 – “Pensar a Leitura no Século XXI: como recuperar o humano?”

Paula Mendes Coelho •  Universidade Aberta

12h30 – Intervalo

14h00 – Ateliês | Duração: 03h00

A) “Ilustrar poesia – workshop de ilustração com materiais recolhidos da natureza”

Danuta Wojciechowska • Ilustradora

Sala do Conto da Biblioteca Municipal de Sintra

B) “Quando o tratamento documental é um problema”

Fátima Rocha • Professora bibliotecária do Agrupamento de Escolas Professor Galopim de

Carvalho – Queluz

Sala Vergílio Ferreira da Biblioteca Municipal de Sintra

C) “Com as mãos nas histórias – ateliê de modelagem de esponja”

Carla Guerreiro e Elsa Amado • Animadoras dos Centros Lúdicos de Rio de Mouro e das Lopas

Sala de Chá da Biblioteca Municipal de Sintra

D) “Estórias para todos – adaptação do livro O Nabo Gigante, de Alexis Tolstoi e

Niahm Sharkey – Sistema de Comunicação Aumentativa/Alternativa”

Paula Meneses e Lia Pinto • Animadoras do Centro Lúdico de Rio de Mouro

Sala da Nau do Palácio Valenças

18h00 – Quinta da Regaleira

Apresentação de Livro, de José Luís Peixoto

Apontamento Musical: Alunos e professores da Escola EB 2,3 Padre Alberto Neto

Com Francisco José Viegas | Quetzal Editores

Apresentação feita por Miguel Real (crítico literário)

Colares de honra

Sábado – 6 de Novembro

09h30 – Ateliês | Duração: 03h00

A) “Escrita mal comportada”

Miguel Horta • Pintor | Mediador cultural

Sala da Nau do Palácio Valenças

B) “Histórias para ouvir de olhos fechados”

Margarida Fonseca Santos • Escritora

Sala do Conto da Biblioteca Municipal de Sintra

C) “Animais que saltam fora do papel”

Ana Sofia Gonçalves • Ilustradora

Sala de Chá da Biblioteca Municipal de Sintra

D) “Web 2.0 na Biblioteca”

Carlos Pinheiro • Professor bibliotecário do Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto

Sala Vergílio Ferreira da Biblioteca Municipal de Sintra

12h30 – Intervalo

14h30 – Mesa-redonda

“O Livro e a Leitura: do manuscrito ao digital”

José Afonso Furtado • Director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian

Sara Walter de Freitas • Directora de marketing do Grupo LeYa

António Torrado • Escritor

Moderador: Fernando Alvim • Director da “Revista 365”

16h00 – Pausa

16h15 – “Chazinho de poesia com Matilde”

Leitura encenada de poemas de Matilde Rosa Araújo, pelos alunos da Escola EB1/JI da Xutaria

(Agrupamento de Escolas Casal da Barota – Belas)

16h45 – Sessão de encerramento

Com a presença do Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Sintra e Vereador da Educação, Marco Almeida

Ebooks

Biblioteca Joanina

Reportagem do Jornal Expresso sobre a Biblioteca Joanina, da Universidade de Coimbra, com uma excelente fotogaleria

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O encanto da Joanina vai para além das lombadas douradas. Os portugueses podem conhecer os segredos da biblioteca da Universidade de Coimbra, que abre no próximo mês os seus subterrâneos para visitas. Espreita nesta fotogaleria as preciosidades que por lá se encontram

Joia do século XVIII, a Biblioteca Joanina, integrada na Universidade de Coimbra, mantém-se em plena atividade: recebe centenas de visitantes diariamente e as suas obras estão disponíveis para serem consultadas

2. GOOGLE MAPS À SÉC. XVI

Uma das cópias das tábuas dos roteiros do vice-rei D. João de Castro na Índia é provavelmente a peça mais valiosa da biblioteca. Datada do século XVI, é a única com os desenhos. Como as outras maiores raridades do espólio de Coimbra, está guardada no cofre do edifício central.

3. À PROVA DE MORCEGOS

Quando a biblioteca fecha, as mesas são cobertas com peles para as proteger das fezes dos morcegos. Animais que não são exterminados porque se alimentam dos insetos que danificam os livros. Há registos de peles compradas à Rússia já no século XVIII para preservar as mesas.

4. À MÃO DE QUEM PRECISA

Os 59 mil livros guardados na Joanina podem ser consultados. Basta avisar com 24 horas de antecedência. A obra será transportada para o edifício da Biblioteca Geral, onde poderá ser estudada. No local do livro requisitado, fica um papel com o aviso de uma obra ausente.

5. SALA DE VISITAS DE LUXO

Quando há doutoramentos honoris causa, o cortejo de sábios vai da Joanina à Sala dos Capelos. Concertos e cerimónias também podem ali ter lugar. O conjunto da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra – o edifício e o conteúdo – é candidato a Património Europeu.

6. SEGREDOS POR AVALIAR

O valor das obras da Joanina não está completamente quantificado. Seguros feitos ocasionalmente servem de referência, mas ainda persistem segredos. Como as escadas originais, que ficam escondidas entre as estantes… Avaliações totais são impossíveis porque o espólio é incalculável.

7. LONGUÍSSIMA HISTÓRIA

A biblioteca de Coimbra começou a surgir em Lisboa. A primeira referência é sobre infiltrações (1513)! É a mais antiga do país e das mais antigas da Europa. O edifício da Joanina começou a ser construído em 1717 e ficou pronto em 1828, mas não abriu devido à resistência política.

8. JOIAS DA CIVILIZAÇÃO

As obras mais raras estão no cofre, como uma primeira edição dos “Lusíadas”, uma “Bíblia” mais valiosa do que a primeira editada por Gutemberg, os roteiros de D. João de Castro ou a “Bíblia Hebraica”, que cada embaixador de Israel colocado em Portugal faz questão de visitar pessoalmente.

9.ESTAMPAS CHINESAS

As madeiras da Joanina são pintadas com delicados motivos orientais. Conhecidas como as chinoiseries, visam representar o cosmopolitismo do reinado de D. João V, o patrono da biblioteca. Tinham-lhe pedido uma nova sala, mas o soberano construiu um edifício para guardar livros.

10. A MAIS RARA MARCA

As capas da biblioteca dos Távora foram arrancadas à espada e as obras ficaram sem as marcas heráldicas, retiradas por oficiais às ordens do marquês de Pombal. Mas, num canto da biblioteca, uma capa da crónica de Fernão Lopes sobreviveu à fúria política da altura.

As estantes da Joanina primam não só pelo que contêm mas pela própria beleza. O problema é que há livros a mais para estantes a menos. Todos os cantos servem para acomodar as páginas da História de Portugal. E a cada obra que um leitor abre, é todo um universo que se revela.

11. MAIS QUE O OURO

12. TESOURO MUNDIAL

Manuscrita em pergaminho, a “Bíblia Hebraica” é uma das raras atribuível aos calígrafos de Lisboa. Datada da segunda metade do século XV, é raríssima, devendo haver apenas cerca de 20 exemplares em todo o mundo. A maior parte acabou queimada nas fogueiras da Inquisição.

13. SUBTERRÂNEOS À VISTA

Pela primeira vez, a totalidade do edifício da Joanina abre para visitas. A partir de 15 de novembro, com a exposição sobre os sócios portugueses da Royal Society of London, que em 2010 comemora 350 anos. Este piso, no subsolo, tem paredes com 2,10 metros de espessura.

O piso mais baixo da Joanina é a antiga prisão dos estudantes, que funcionou até 1832. Antes terá sido um antigo cárcere medieval do palácio real, construído sobre ruínas da zona muçulmana. Na exposição, uma cela deverá acolher um retrato do marquês de Pombal.

Publicado na Revista Única do Expresso de 16 de Outubro de 2010

14. CÁRCERE ACADÉMICO

1. RELÍQUIA VIVA

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PNL · Seminários/Conferências

IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura – Impressões do 2.º dia

Chris Meade e José Afonso Furtado

No dia de hoje, apenas assisti à Conferência “The amplified author and creative reader” de Chris Meade, Director do if:book, com a presidência e comentários de José Afonso Furtado.
Meade falou da forma como a sociedade actual está a fazer a transposição da página (impressa) para o ecrã e das oportunidades que os novos media apresentam para autores e leitores, apresentando a teoria de que o digital vem sobretudo resolver muitos problemas, embora alguns lhe inventem problemas.
Aqui fica um apanhado fotográfico da sua apresentação:

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web

Internet: números impressionantes

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The World of Data We’re Creating on the Internet

In the 21 century, we live a large part of our lives online. Almost everything we do is reduced to bits and sent through cables around the world at light speed. But just how much data are we generating? This is a look at just some of the massive amounts of information that human beings create every day.

Stay tuned tomorrow for a GOOD video, showing how some of this data comes into play in our daily lives.

SOURCES: Cisco; comscore; MapReduce, Radacti Group; Twitter; YouTube

A collaboration between GOOD and Oliver Munday, in collaboration with IBM.Read more at www.good.is
 

PNL · Seminários/Conferências

IV Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura – Impressões do 1.º dia

 

Sessão de abertura

 

Sala cheia, como habitualmente, e a presença da Sra. Ministra da Educação, «mãe» do PNL português.  Para além de Isabel Alçada, a sessão de abertura contou com Manuel Carmelo Rosa (Serviço de Bolsas da Fundação Calouste Gulbenkian, Fernando Pinto do Amaral (Comissário do Plano Nacional de Leitura), Teresa Calçada (Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares) e Fabíola Abreu Afonso (Directora da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas).

Seguiu-se a muita aguardada (pelo menos por mim) conferência Antonio Rodríguez de las Heras (Director do Instituto de Cultura e Tecnologia da Universidade Carlos III, Madrid), subordinada ao tema “Nuevos lectores. Otra escritura”. Brilhante como sempre, mestre na utilização da metáfora, Rodríguez de las Heras levou-nos pelos novos universos do livro e da leitura, e alertou-nos para a necessidade de «inventar» novos livros para os novos leitores e novas formas de leitura. Fã confesso do ipad (do conceito, não da marca), De las Heras é talvez, na Europa a voz mais lúcida e desperta para os desafios que o mundo da leitura enfrenta e um dos paladinos da revolução cultural em curso. Para ele, foi o mais forte aplauso do dia.

 

Antonio Rodríguez de las Heras

 

Seguiu-se, após o intervalo, Alexandre Castro Caldas, Professor do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Católica, que nos trouxe os resultados da sua investigação nas neurociências sobre as transformações no cérebro resultantes da aprendizagem da leitura, no caso concreto, em idosos analfabetos. Uma prova de que a leitura tem também profundas implicações biológicas.

 

Homenagem a Matilde Rosa Araújo

 

Após o almoço, a sessão iniciou-se com a sentida homenagem a Matilde Rosa Araújo, por Leonor Riscado (Professora da E.S.E. de Coimbra)e as actrizes Lúcia Maria e Maria Leite, que recriaram um pouco do universo mágico da autora. Um dos momentos altos do dia.

Logo a seguir, João Batista Oliveira, Presidente do Instituto Alfa e Beto do Brasil, falou sobre políticas e práticas de alfabetização no Brasil, traçando um quadro negro que não deixa nada bem uma das maiores economias do mundo (e das que mais cresce).

 

João Batista Oliveira

 

Confesso que o painel “Livros, leituras e tecnologias” (com José Afonso Furtado, Director da Biblioteca de Arte da Fundação C. Gulbenkian, Isabel Coutinho, Jornalista do Jornal Público – Cyberescritas, Paulo Ferreira, Consultor Editorial da Booktailors, e com a moderação: Ana Sousa Dias – Agência Lusa) me desiludiu um pouco, com todos os participantes algo hesitantes em saltar para o habitáculo do bólide fórmula 1 (para usar a brilhante imagem de Antonio Rodríguez de las Heras na conferência da manhã). O próprio Afonso Furtado prevê um futuro de convivência de formatos no livro, o que sinceramente, atendendo à história, me parece muito pouco provável. E, já agora, não ouvi mesmo a Isabel Coutinho falar em portas que se fecham…

 

Painel “Livros, leituras e tecnologias”

 

Com muita pena minha, não pude assistir à apresentação do estudo “Como lêem e como deveriam ler as crianças portuguesas do 1.º ao 6.º ano” por Isabel Leite, Professora da Universidade de Évora.

Amanhã há mais.

web

Desliga o Google e pode ser que aprendas alguma coisa

Um interessante artigo que debate o impacto que as novas TIC têm na forma como se ensina e aprende

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Turn off Google and you might learn something

The federal government’s digital education revolution is designed to change the way children are taught to prepare them to “live and work in a digital world”; no doubt a laudable objective. Technology will not retreat and there’s little likelihood of 21st century Luddites ransacking the Googleplex any time soon.

Illustration: Simon Bosch

But, while seeking to take advantage of everything the online world can offer the students of today and tomorrow, education planners must also consider the costs associated with the view that technology should be implemented wherever possible. If, as writer Nicholas Carr in The Shallows and others argue, excessive use of the internet and other forms of technology diminishes our capacity for deep, meditative thinking, “the brighter the software, the dimmer the user”, a counter-revolution may be required.

The plasticity of our brains is such that the wiring is never constant; new connections are formed, while old ones are strengthened, or wither through lack of use. Research shows that areas of the brain associated with decision-making are highly active during internet use; cognitive overload, however, impacts on our ability to think deeply. Not only are we often very distracted when online, but the sections of our brain associated with deep, meditative thinking can become less efficient through lack of use.

The tools humans develop always give in one sense, take away in another. “When a ditchdigger trades his shovel for a backhoe,” writes Carr, “his arm muscles weaken even as his efficiency increases.” As useful as a GPS can be, is it likely to improve a driver’s sense of direction? Hence, curricula must be developed not only with the potential benefits of technology linked to every learning outcome in mind, but also the costs.

It is not a matter of sweeping away the reforms promised by the government’s revolution but, rather, developing curricula flexible enough to ensure technology is available where there is clear utility, to remove it when there is not. Within Australian Curriculum Assessment and Reporting Authority documents relating to the new national curriculum, there are numerous references to technology and the need to foster critical thinking skills, but nothing to suggest contradictions may arise by pursuing these goals simultaneously.

The Shape of the Australian Curriculum documents for history and maths both state: “An important consideration in the structuring of the curriculum is to embed digital technologies so that they are not seen as optional tools.” Precisely where and how broadly they are embedded will be the issue here.

A teacher asking their students to start researching a topic by sifting through shelves in the school library can expect quizzical expressions in response, their advice ignored. Students know they have significantly more information at their fingertips, surfing the internet.

As a senior high school teacher, one of my greatest bugbears is the reluctance of students to reflect on the information they have collected and plan their essays. Rather, some expect to Google their entire essay, often skipping from one hyperlink to the next until they find something that appears to be relevant, then pasting it into their essay, frequently oblivious to academic honesty and coherence of argument. The ability to discern reliability of sources is also severely lacking. These issues may well have existed in different forms 20 years ago. Today, the challenge is to teach research skills through the internet (the students’ medium) while encouraging them to digest and reflect on the data collected, before they begin to write.

Yet, the mere suggestion that excessive internet or mobile phone use has a negative impact on how humans think, learn and express themselves provokes a generational divide. Students correctly perceive that many of their teachers are out of touch with new technological developments. A colleague recently presented a review of Carr’s book to his class. As expected, a number of students were passionate in defending their connected culture. It’s similarly common to hear or read older folk spruiking modes of learning alien to the youth of today; spruiking the merits of their beloved codex, threatened by the e-book revolution. Others of us, raised in the non-digital world, but matured in the digital world, straddle this divide.

Of greatest importance, however, is the status of our thinking, understanding how we think and the effect new technologies have on our cognitive processes. This debate extends beyond the neuroscience to questions relating to what is worth knowing and what mental functions are worth preserving at their present level of development. Such questions must be central to education planners, current and future.

We can certainly outsource our memory, for example, to the internet and a computer hard disk. “Biological memory is alive,” Carr reminds us. “Computer memory is not.” Hence, awake to the myriad benefits of new technologies, we must be mindful of any cost associated with allowing ourselves to devolve to a more machine-like state.

A primary role of educators is to foster qualities that are distinctly human: our ability to reflect, reason and imagine, for example. In the curricula of tomorrow this may entail identifying topics and tasks that begin with an instruction to turn all electronic devices off.

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Novas literacias

Há vida para lá do PowerPoint

Um conjunto de ferramentas alternativas ao popular PowerPoint.

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Beyond PowerPoint: emerging technologies

Are there alternative presentation approaches beyond PowerPoint, and which are accessible to small colleges?

We explored this topic through a NITLE prediction market, which closed last week.  As noted in our earlier post, researching that game’s outcome triggered a wide-ranging discussion about presentation methods and technologies.  We will address presentation methods in a subsequent post; here we will survey available technologies.

The prediction market selected five, when it launched this past May:

  • Prezi, a Web-based, Flash-powered concept mapping tool.

  • Zoho Show, another browser-based slideshow service.

But two weeks of discussion revealed many more:

  • Wikis, which can be used to aggregate and modify content on the fly.

  • Keynote, Apple’s presentation tool.

  • Animoto, which creates a video clip out of user-uploaded content.

  • Articulate Presenter, allowing the user to combine slides with voiceover and annotation.  A branching function is available.

  • ARTstor, the presentation tool for that Web-based art archive.

  • Dipity displays slides along a timeline in four different formats: flipbook, list, map, and classic timeline.

  • Camtasia produces screencasts, video recordings of whatever desktop activities the user wishes to capture.

  • LaTex Beamer, a free download, lets users of the LaTex markup language produce slideshows from within their editor (Wikipedia entry).

  • S5, a browser-based presentation platform based on open standards. Backend: one XHTML document, Javascript, and CSS.

  • SIMILE Timeline lets users turn Web content (HTML pages) into Web-based timelines.

  • SlideRocket, a browser-based service for building and hosting presentations.

  • Timeliner 3D (BeeDoc, Mac only) arranges media items along a timeline.

  • Vuvox creates multimedia documents that are a cross between timelines and collages.

  • WimpyPoint, perhaps the most minimal presentation tool available.  Dating back to the late 1990s, it hosts simple slides on a Web server. Example: “Finding Complex Roots“.
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